Alunos do 2º ano A exploram conteúdos matemáticos por meio de jogos em grupo

      Há tempo educadores e psicólogos vêm pesquisando e incentivando o uso de jogos, brincadeiras, literatura infantil, entre outros, como recursos metodológicos para o ensino da matemática. Os jogos e brincadeiras têm ganhado cada vez mais espaço por promoverem a participação ativa da criança e seu envolvimento natural com essas propostas. Isso não deixa de ser relevante, mas, por outro lado, é preciso lembrar que essas atividades por si só não fazem com que a criança construa noções matemáticas específicas. É preciso intencionalidade educativa.
   Após explorar com as crianças conteúdos envolvendo números de 0 a 10 e adições de maneira não formal, propus uma rodada de jogos com o objetivo de avaliar a apreensão de tais conceitos em situações reais.As propostas foram:

·          10 com quatro cartas;

·          Não caia no buraco;

·          Complete a ficha;

·          Rouba montes soma 10.
    O trabalho, nesta perspectiva, faz com que as crianças desenvolvam suas capacidades de generalizar, analisar, sintetizar, inferir, formular hipóteses, refletir e argumentar. Assim, o jogo se torna um recurso válido para a criança e para o professor, na medida em que aprendizagem se torna mais significativa para a criança, e o professor pode perceber como ela se comporta nas mais diversas situações, resolvendo conflitos, buscando soluções e articulando idéias e, assim, potencializar recursos voltados para a aprendizagem. (Kamii, 1991).

                                                                                                                 Profª: Luciana C. Cardoso